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quinta-feira, 1 de março de 2012

Dilemas de um jovem cristão jornalista [parte 1]


LOUCO POR JESUS?

Adolescentes apreendidos com drogas. Crianças sendo vistas fumando crack. Meninas de 14 anos dando à luz. Meninos de 12 se gabando de não serem mais virgens. Um cenário e tanto para alguns soltarem: “é o fim dos tempos!”. E é... Mas não quero falar sobre isso. Quero falar do nosso papel, como cristãos, diante disso.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Homossexualismo, Silas Malafaia, Ana Paula Valadão, os cristãos e eu!


Faz tempo que não paro para escrever exclusivamente para o blog – colocarei a culpa no Twitter. A vida de 140 caracteres é bem mais simples, rs. Mas vamos lá. O que me faz parar e usar bem mais que os 100 caracteres é a questão que repercute a semana toda na boca do intitulado pastor Silas Malafaia, inimigo número 2 dos homossexuais. Homofobia!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Grande profissional!

Quem me conhece sabe da minha admiração pelo Cléber Machado, narrador da Globo. Por isso, vou publicar aqui essa entrevista dele para o José Ilan, no Blog "Ilan House" do Globo Esporte! Segue para você conferir... (Em tempo, a entrevista foi antes da Copa do Mundo, ok?)

sábado, 16 de janeiro de 2010

E no Haiti...

Fui surpreendido com a notícia do terremoto no Haiti. Eu nem tinha me dado conta total da tragédia, na quarta de manhã. (O fato aconteceu na noite de terça, horário de Brasília). Confesso que nesse início de ano tenho sido surpreendido até demais por fatos como esses. Digo isso até pelas tragédias na virada do ano em Juiz de Fora e no Brasil. Sem contar que nessa quarta um prédio caiu em JF. Situações que nos fazem parar e refletir, ou pelo menos deveriam.Quero falar mesmo sobre o Haiti. Me lembro bem de agosto de 2004. Naquele ano, enquanto eu fazia cursinho pré-vestibular, saí mais cedo da aula para ir para casa. O motivo era o amistoso entre a seleção brasileira e a seleção haitiana. Interessante era ver as reportagens sobre a esperança que aquele país tinha, e a felicidade de ver Ronaldinho Gaúcho (naquela época, “o cara”). Mas na quarta, me preparando para ir à reunião da Impacto World, ouço na TV que um terremoto atingiu o Haiti. Pensei que era apenas mais um de escala menor, mas... e agora? O que vemos do Haiti? Caos. Os repórteres que estão por lá veem isso. Vemos também quando ligamos a TV.Sinceramente me pergunto o porquê daquilo. Por que Deus permite que cerca de 50 mil pessoas morram em menos de três dias? Sinceramente sei também que estar afastado do Pai gera todo tipo de tragédia (o Haiti tem o vudu como religião predominante). Mas independente de fé ou religião, digo e sei que eles são humanos. São pessoas. Não vou julgar, nem tampouco dizer que é culpa de não serem cristãos. Ainda que seja, nossa obrigação é nos compadecermos deles. Já imaginou se fosse no Brasil? Hoje mesmo ouvi isso. Deus tenha misericórdia de nós. Mas aconteceu lá. Cheiro de morte pelas ruas. O que faremos? Veremos e veremos coisas na TV e nada faremos? Convido você que lê essa mensagem a orar e a pedir a Deus por aquele povo.É preciso muita coisa para acreditar que é possível haver reconstrução naquela situação. Me imagino lá e nem sei como ficaria. Apenas a fé de Deus e a graça dEle por nós podem nos fazer crer na restauração. Não sei o que será do Haiti, mas peço para que Deus abençoe, console e ajude aquele país. Não tenho dinheiro, não tenho poder, mas o que tenho os dou. Minha oração. E você?

Acompanhe a cobertura e outras fotos no link abaixo:

sábado, 17 de outubro de 2009

Brinquedos para todos


por Lucy Oliveira e Jeyson Rodrigues

Ricardo tinha dez anos quando descreveu, numa brincadeira com amigos, o que era o céu. Ele é mais uma entre tantas crianças que moram na favela do Vale do Reginaldo (a maior da cidade de Maceió), e que crescem sofrendo as consequências da exclusão e injustiça sociais. Talvez esse seja seu maior privilégio teológico e sua maior tragédia social. Seus dramas e dilemas cotidianos lhe possibilitaram construir uma teologia fundamentada, não nas leituras clássicas, mas na perplexidade causada pela violência que sofre por não ter seus direitos básicos assegurados. Ricardo definiu que o céu é um lugar onde há “brinquedos para todos”. Ao invés de interpretar a vida através da leitura de uma teologia do céu, fez uma teologia da terra, que não minimiza a importância da imanência, mas onde o “aqui e agora” clama por transformação.
“Brinquedos para todos” é a pureza jovem de uma teologia que transcende a transcendência. Que é alma, e também estômago. Que é espírito, mas que não quer ser invisível. Que é esperança de eternidade, mas não só para anestesiar a dor de uma vida tão morrida. Esperança de salvação, não apenas de sua alma, mas de sua vida. Vida que abrange muitos outros aspectos, para os quais se apresentaram boas novas de um evangelho que nunca se propôs restaurar só uma parte do ser humano.
O discurso e a práxis cristãs podem e devem oferecer esperança de socorro integral a um drama que é integral. “Brinquedos para todos” é o entendimento de um reino prometido que se concretiza na eternidade, mas começa aqui na Terra.
Antes de tudo, Cristo nos deixou um exemplo de não aceitação da injustiça. Ele nos deu uma missão de transformar, não só a alma, mas a vida. E não há como falar de vida sem perceber que somos seres únicos, completos, integrais. Somos uma unidade que precisa ser pensada enquanto tal.
E a transformação pode vir pela ação política sim, pela cidadania, pela ocupação dos espaços públicos de decisão. Não falamos isso apenas referindo à vinculação político partidária, mas de uma dimensão política de nossas vidas que transcende o voto, a eleição. Ela se manifesta através da percepção de si e do outro como seres iguais, merecedores do mesmo tratamento. Não é essa a mensagem da salvação?
Há vários espaços se abrindo no país para a participação popular. A internet, por exemplo, é um espaço aberto à participação, com sites e fóruns que debatem os interesses públicos. Há também ONG’s, movimentos sociais, grupos religiosos que estão saindo do conforto do sofá ou do banco da igreja e modificando sua realidade.
Políticas públicas não são apenas responsabilidade ou atribuição do Estado. Jogar a culpa nos outros é um ótimo caminho para ser omisso. Se pensarmos que o evangelho que cremos nos deixa o desafio de transformar a nossa geração, veremos que isso tem tudo a ver com transformar a nossa sociedade.
Não sejamos como Pilatos, não lavemos as mãos, deixando a vida de tantos escorrerem por entre os nossos dedos. Jesus, o Cristo, pagou o preço necessário para que o céu fosse um lugar com “brinquedos para todos”.

• Lucy Oliveira, 26 anos, é jornalista e mestranda em sociologia na Universidade Federal de Alagoas.
• Jeyson Rodrigues, 28 anos, teólogo e mestrando em Ciências da Religião, leciona no Seminário Teológico Batista de Alagoas (SETBAL).
(via Ultimato.com.br)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Futebol e Deus combina sim!!!!!

Recebi essa notícia por e-mail e achei muito interessante. Creio que Deus tem usado coisas que o homem acha que Deus não usa ou que "não é de Deus" para alcançar pessoas marginalizadas. Nessa notícia lemos sobre crianças na Ásia! Muito legal!!!


O campo missionário de Missões Mundiais na Malásia, no Sudeste Asiático, possui uma escola para crianças especiais, onde a missionária Aline Romão, esposa do Pr. Roberto Romão, leciona duas vezes por semana. Uma outra escola, que pertence à igreja parceira do projeto no país, passou a contar recentemente com o auxílio da missionária. A obra de Deus na Malásia conta ainda com um grupo de estudos bíblicos entre os brasileiros que entregaram suas vidas para Jesus, além do Brazil Football Centre (Centro de Futebol Brasileiro), desenvolvido pelo PEM (Programa Esportivo Missionário).

Vários torneios de futebol acontecem neste semestre na Malásia. Por isso, o Pr. Romão intensificou os trabalhos, na esperança de deixar os times do Brazil Football Centre em condições de fazer bonito nas competições. O trabalho é feito com 16 alunos especiais que, apesar das dificuldades variadas, progridem dia após dia. Os treinos são feitos numa quadra de futebol de salão, cujo dono deixou de cobrar o aluguel do espaço após assistir a um dos treinos. Ele ainda parabenizou a excelência do trabalho desenvolvido junto a este grupo de crianças marginalizadas pela sociedade malaia.

Outro grupo especial que tem a oportunidade de ouvir sobre o Evangelho enquanto aprende o futebol-arte é o de meninos refugiados de Mianmar, país também localizado no Sudeste Asiático e de maioria budista (73,3%). São 20 meninos que se reúnem todas as terças-feiras com o Pr. Roberto Romão. Antes de cada treino, sem restrições, o pastor faz uma pequena reflexão sobre a Palavra de Deus usando a linguagem do esporte.

Muitas crianças e adolescentes do Sudeste Asiático têm sido alcançados pelo Evangelho através dos esportes.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Ubabalo!

Essa notícia é da Junta de Missões Nacionais. Muito interessante a iniciativa!!!!
Ex-jogadores de futebol profissional, todos cristãos, estarão participando da Turnê da Esperança 2009 (Tour of Hope) por cinco países da África. Eles fazem parte da equipe ALEM Brasil que, atendendo a um convite de autoridades cristãs e, também, a governantes do Burundi, do Quênia, de Uganda, de Madagascar e da África do Sul, realizará jogos amistosos e beneficentes. Além da inauguração de um dos estádios a ser utilizado na Copa do Mundo da África do Sul, no próximo ano. Esta viagem, de acordo com a descrição dos próprios organizadores africanos, será um marco na história de seus países. Nossa equipe missionária parte do Brasil no próximo dia 16 de julho e retorna em 10 de agosto.

O Projeto Tour of Hope – uma parceria com o Programa Esportivo Missionário de Missões Mundiais (PEM) – iniciou-se no ano passado com uma viagem com esta mesma equipe a quatro países da Ásia, atendendo ao apelo de líderes cristãos de Myanmar para ajudar na reconstrução de seu país afetado pelo terrível Ciclone Nargys, em maio de 2008.

Agora chegou a vez do continente africano, sobretudo em razão da proximidade da Copa do Mundo de 2010, e o desejo dos líderes cristãos deste continente em usar nossa equipe no lançamento oficial de um gigantesco projeto de evangelização – Ubabalo ("graça de Deus" no dialeto xhosa) e África em função da Copa do Mundo de 2010. Recentemente recebemos nota oficial afirmando que a Embaixada Brasileira em Uganda estará presente aos eventos, bem como autoridades presidenciais, com ampla cobertura da mídia televisiva desses países. Tenho em meu coração que nossos atletas, alguns deles com passagem pela Seleção Brasileira de Futebol, campeões do mundo como Jorginho e Paulo Sérgio, terão a oportunidade de testemunhar sua fé para milhões de pessoas nos estádios através da televisão.

Confiante no apoio dos batistas brasileiros na retaguarda em oração, firmo o compromisso como Coordenador deste Projeto, de bem representar nossa denominação naqueles países, quatro deles sem nossa presença missionária.

Pr. Marcos Grava Vasconcelos (Supervisor da Equipe ALEM – Brasil e Coordenador do PEM da JMM)

terça-feira, 24 de março de 2009

POLÊMICA

Mais uma vez, a polêmica que envolve o envolvimento de cantores evangélicos e seculares é o tema de nossa discussão. Régis Danese, autor de "Faz um milagre em mim" ou "Como Zaqueu" para os mais desavisados, fez uma gravação com o grupo de pagode Pique Novo. O vídeo circula pelo youtube. Outra foi Dj Marcinho, que também gravou uma versão da música, essa sem o Régis. E aí surge um debate: Isso é válido? Comentem!!!!

Régis Danese e Pique Novo: Clique aqui!
Mc Marcinho: Clique aqui!
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