sexta-feira, 23 de novembro de 2007

ESPERANÇA... DEUS ESTÁ ME ENSINANDO

Ontem percebi o quanto Deus me ama. Diante de tantas lutas nessa semana que passou, estive a ponto de surtar, mas Deus (como um Pai que coloca a mão no ombro do filho e diz calma) me consolou, se mostrou como meu escudo, meu refúgio, minha fortaleza. Me senti como um bebê, que no braço do Pai não precisa chorar.
Interessante como sempre que eu colocava uma música para ouvir, vinha uma mensagem de conforto. Foi assim na terça-feira, quando eu, exausto, coloquei o CD Esperança do DT para ouvir... Ah, esperança... Recebi aquela palavra. Eu precisava. Recebi.
E ontem, voltando da faculdade, ouvia músicas que me levavam a crer na liberdade que eu tinha em Jesus, do conforto que Ele poderia me dar. E a mais tocante, "Deus está me ensinando", da Eyshila. Perfeita. "E enquanto eu espero a minha bênção, Deus está me ensinando a adorar" diz uma parte. É preciso adorar em meio a tribulações.
Me vem à mente o texto de Paulo e Silas na prisão. Lá em Atos 16 conta que a meia-noite, os dois oravam e adoravam a Deus... Puxa, quantos momentos de "meia-noite" nós passamos, não é? E o pior, como Paulo e Silas... sendo inocentes.
Mas eles adoravam, oravam... Interessante que Deus, neste momento nos ensina a adorar, a crer, a orar, mesmo que, não tenhamos força para orar, para gerar frases... A Bíblia diz que não sabemos orar como convém e que o Espírito Santo é quem intercede por nós. Crer nisso em momentos que não saem palavras da nossa boca. Mas a Bíblia diz também para não entristecermos o Espírito... Fazemos isso quando pecamos.
Está aí... Se buscarmos levar uma vida de santidade, em momentos de tribulação (provação) conseguiremos, mesmo não conseguindo pronunciar palavras, acharmos forças em Deus para adorarmos, assim como Paulo e Silas nos mostraram.
Mas depois disso vem o mais legal. O TERREMOTO. As paredes caíram, os grilhões quebraram!!! Glória a Deus! E pode quebrar na nossa vida também... Basta adorarmos nos momentos de meia-noite em que passamos. É possível.
Foi assim comigo, tribulações mil, cansaço demais... tive vontade de jogar tudo para o alto, mas enquanto isso, como diz a múisca que falei, Deus me ensinava a adorá-lo. Teve momentos em que nãos abia o que fazer... Mas me lembrei... temos que trazer à memória aquilo que nos dá ESPERANÇA... O Amor de Deus... Tão grande, mas que cabe no coração... Tão profundo...
UM AMOR QUE NOS LEVANTA, NOS LEVA NO COLO... NÃO NOS DEIXA... CHORA CONOSCO, RI CONOSCO... UM AMOR QUE NOS INVADE... UM AMOR QUE NOS CONSOLA... ESSE É O MEU DEUS...
Não sei quem vai ler essa postagem, não sei se alguém será abençoado, mas sei que eu fui... Seja também... Lembre-se: JESUS TE AMA.........

terça-feira, 13 de novembro de 2007

"TU ÉS O MESMO..."

Deus continua se mostrando um ótimo Pai. Nesses últimos dias que tenho andando sem postar nada aqui no blog, tenho sentido Deus agir em minha vida. Muito interessante como o termo VIVENDO tem me seguido e me feito ver que "se não for assim, como será?"
"Dia após dia me cerca, com bênçãos sem fim"... Doce presença... Dá vontade de ficar viajando em toda essa grandeza. Como Deus é bom...
Outro dia vou contar algumas coisas... e até sobre a Impacto World de dezembro, a última do ano. (eu acho) O tema já está brotando no coração e dia após dia o Espírito de Deus está regando. Vamos ver o que vai dar...
Tenho sido ministrado de várias formas que não sei nem o que falar... Como assim?
Bem, em breve conto mais...

terça-feira, 6 de novembro de 2007

O DIA EM QUE FUI AO ESTÁDIO

Começou na quinta-feira, pela manhã, quando acordei enlouquecido porque havia perdido a hora para ir para o estágio. Eu achava que havia perdido. Desci de ônibus para dar tempo e qual não foi a minha surpresa? Tinha uns papéis colados no vidro frontal do ônibus dizendo que haveria um jogo da Copa do Brasil de Futebol feminino na cidade. Como assim? Depois do acampamento das crianças ter sido adiado (eu iria para ajudar), pensei em uma ótima pedida para o feriado.
Chamei alguns amigos, mas... sem sucesso. Íamos a pé e era 1 hora andando, subindo... Eu iria sozinho, isso ficou decidido 1 hora antes de eu sair. Pensei que tinha ficado sozinho, meus amigos me abandonaram. Indo para o estádio ia pensando no papel dos amigos em nossas vidas, viajei total, mas foi legal.
Amigo não é só aquele que está com você em todos os momentos, é aquele que está contigo na dificuldade. Quando todos te abandonam ele está contigo. E ao longo desses últimos dias tenho tentado ser um amigo assim. Seu “amigo” judia de você, mas na hora do aperto vem até você... bem, pensava em Jesus... Ele não é assim conosco? Quantas vezes preferimos outras coisas, e quando a coisa fica preta vamos até Jesus... Ele não nos atende? Pois bem... E via que, naquele momento (sentimentalismo à parte) eu sozinho... só “restava” Jesus. Me senti confortado... e fui viajando sabendo não estava indo para o estádio sozinho. Jesus estava indo comigo. Aleluia!!!
Foi uma longa caminhada. Muito suor. Camisa molhada. Água morna. Chuva no meio do caminho. Muito legal. Que experiência!!! Chegando lá (uma hora eu tinha que chegar, como assim?), passou uns cinco minutos, o jogo começou, e a ministração continuou. Notava a quantidade de famílias presentes no Municipal. A entrada era franca, feriado, sol... só não foi quem não quis. Interessante as reações da torcida da casa em alguns lances... muito legais... tirando os palavrões que ninguém merece (aff!)
Passou o primeiro tempo, veio o intervalo (neste tempo, o Benfica estava ganhando do Vasco por 2 a 1) e depois o segundo tempo. Mudei de lugar, pois o sol estava incomodando. Passou a segunda etapa, vencemos por 3 a 2 e terminado o jogo me encontrei com uns colegas do Betinho, conhecidos meus por ali. Entrei na administração para pegar minha garrafinha de água (obs: nota 9,8 para a segurança, que não deixou ninguém entrar com garrafa, sombrinha ou guarda-chuva grande, ou qualquer outro instrumento que pudesse se transformar em arma, muito legal). Lá estavam eles. Passamos 1 hora ali conversando e esperando as jogadoras saírem para ir embora. Enfim elas saíram, tiramos uma foto com a Ester (do Benfica, que jogou o Pan pelo Brasil), os caras deram em cima de uma das jogadoras, como assim?
Fomos embora. No meio do caminho, algumas, digo, muitas brincadeiras, zoações (umas legais, outras nem tanto, umas outras nem se fala...). Mas fiquei com eles assim mesmo. Foi legal, notava a necessidade de deixarmos a teoria de lado e partir para a prática. Deus quer que estejamos com os abatidos, com os necessitados, com os gentios para fazer a diferença. Tentei fazer a diferença. Graças a Deus consegui. E aprendi várias coisas. Não vou destacar aqui desta vez, vou preferir madurar mais. Foi bem legal.
No final, já em casa me perguntava: “Será que fiz minha parte? Será que fui luz? Será que essa era a vontade de Deus?” Tive uma certeza. Jesus tinha ido comigo, eu tinha orado antes... “Pai, fica comigo”. Ele ficou. Tenho certeza disso. Se fiz minha parte. Acredito que sim. Usando uma palavra da minha ex-namorada... “a vontade do Senhor traz paz ao coração”. E trouxe.
Moral da história: Precisei ir “sozinho”, sem amigos, para dar valor a presença de Jesus na minha vida, que Ele é o meu melhor amigo, e depois mostrar para quatro jovens que um cristão pode sim, se divertir, indo a um estádio de futebol, brincar, zoar, mas lembrando de quem eu sou. Filho do Rei. Ah, não disse que tinha pedido ao Pai para ir comigo? Ele foi e apresentou para mim novos amigos. Por quê? Bem, você se lembra da parábola do filho pródigo? Então, quem sabe...

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

"O PARADOXO DO NOSSO TEMPO (George Carlin)

EIS AÍ MAIS UM ARTIGO QUE RECEBI NO MEU E-MAIL... NÃO É QUE É VERDADE? VC CONCORDA?
Nós gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e oramos raramente. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluimos a alma; dominamos o átomo, mas não o nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construimos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópia do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do "fast-food" e da digestão lenta; do homem grande e de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das "pílulas mágicas". Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que leva essa carta para você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar "delete". Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Por isso valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado."

O QUE É FOME?

MAIS UMA VEZ LENDO NA INTERNET ALGUNS ARTIGOS REALISTAS... ACHEI ESSE... QUERIA POSTAR AQUI... É UMA OPINIÃO MINHA TAMBÉM, QUE ACREDITO SER A DE MUITOS... LEIA AÍ...

Vejo umas fotos de crianças famintas da Etiópia. E da Nigéria. E da Somália. São tantas. Confiro na alma com outras fotos de outras crianças, as brasileiras, e com outras, de vários lugares. Todas têm em comum a mesma fome. Essas crianças flagradas em seu estado de mínima humanidade não se parecem em nada com aquelas que conhecemos de perto. Nenhuma semelhança com as nossas crianças, com as dos parentes, amigos e vizinhos, com as das escolas, das propagandas de consumo na televisão, dos adesivos dos chocolates, das figurinhas dos chicletes, dos posters das farinhas lácteas, das tabelas pediátricas, do futuro das pátrias.
Não se parecem, as crianças da Etiópia, com aquelas rechonchudas da América do Norte ou as coradinhas dos Países Baixos. A fome desses pequenos seres do Brasil, Angola, Biafra, Somália, Bangladesh, Paquistão, Afeganistão e outros territórios sugere a existência de uma sub-raça espalhada pela terceira face da Terra, apresentada ao mundo em foto-imagens quase marcianas de tão inacreditáveis e que impõem uma distância que atenua o impacto da desgraça. O que os olhos não vêem ao vivo o coração não sente. E se o coração sente, o egoísmo prevalece na bolsa de valores atuais.

Também, essas crianças são tão desconhecidas! Elas não têm nome, dados pessoais, gracinhas e outras peculiaridades que despertem o modo da bondade das pessoas. Não se chamam essas crianças Baby Fae, nem Danilo, nem Luciana. Não fazem parte de campanhas para doação de órgãos nem necessitam dos avanços da medicina em cirurgias de alta tecnologia e sofisticação.
Só precisam de comida.
Impossível que não o consigam, não é mesmo?
E não conseguem sequer um pedaço de pão, esses milhões de criancinhas com suas fomes anônimas!

Essas crianças com fome, que deixam filmar ou fotografar seus olhos opacos, a pele transparente, ossos salientes e membros atrofiados, conseguiram a façanha de desaprender a comer. Jamais tive notícia de que um animal, de qualquer espécie, desaprendesse o ato de comer. Não se trata de greve de fome. Apenas falta de hábito, total carência de alimento (essa coisa que, para muitos, é lixo a ser processado e, para outros tantos, excesso, abundância, prazer, fastio e até obesidade).

Essas crianças, meus caros, não sabem mais comer porque a justiça e a compaixão não freqüentam a roda miserável.
Mas essas crianças existem, no Brasil e no mundo, existem morrendo, refugiadas de nós.
Embora numericamente perdidas nas estatísticas frias elaboradas pelos governos, cada uma delas é uma criança e cada criança tem a sua fome. Uma fome desumana e permitida, geograficamente distante dos interesses políticos, econômicos e sociais dos governos e das sociedades.

Porque o verdadeiro dilema da fome imposta a esses milhões de seres humanos está entre matar ou deixar morrer, não é verdade?

© 1983-2002 xenïa antunes (www.xenia.com.br)

Foto: pub.tv2.no

terça-feira, 23 de outubro de 2007

A CORRENTE DO BEM

Realmente nosso Deus é maravilhoso...
E simplesmente não entendemos, mas pra quê? Bem diz a música do Vinho Novo (ela de novo, rsrs): “Não preciso entender, preciso crer...”. É mágico ver o agir de Deus em nossas vidas. Seja por onde for, lá está Ele, nos levando em Suas mãos.

Passeando pela net, li uma entrevista da Heloísa Rosa, no site dela (www.heloisarosa.com.br), em que a pessoa que a entrevistou fez algumas perguntas do tipo perfil e achei uma resposta muito legal... veja:

Um filme?
"A Corrente do Bem”, conta a história de um garoto que ouviu do professor que era possível mudar o mundo então ele começa a tomar algumas atitudes que posteriormente vai atingir a sociedade.
Deus nos chama para transformar este mundo e podemos ser pessoas que influenciam a outros a mudarem, com certeza tem que começar em nós!”

Puxa vida me lembrei que já vi esse filme umas três vezes, e sempre que vi, me emocionava com a situação do menino... que acreditava ser possível mudar o mundo... Aliás, para começo de conversa, eu recomendo para quem ainda não viu...

O filme conta a história de um menino, Trevor, (Haley Joel Osment, de A.I. – Inteligência Artificial) que depois da primeira aula da 7ª série, ouve seu novo professor de Estudos Sociais, Eugene (Kevin Spacey), pedir um trabalho no qual cada um elaboraria uma estratégia para mudar o mundo... o detalhe é que teria que funcionar...

Me lembro do rosto do jovem enquanto o professor falava. Assim como eu, muitas vezes, Trevor pensou em uma estratégia para mudar o mundo... E como pensou... Era a “CORRENTE DO BEM”... Para eu não me perder, peço ajuda ao site >>www.webcine.com.br<<. Veja como funcionaria: A idéia é baseada em três premissas: fazer por alguém algo que este não pode fazer por si mesmo; fazer isso para três pessoas; e cada pessoa ajudada fazer isso por outras três. Assim, a corrente cresceria em progressão geométrica: de três para nove, daí para 27 e assim sucessivamente. Fantástico, né?

Pois bem, e o decorrer do filme é muito interessante... A mãe de Trevor é garçonete de um bar... bebe todas... e ele sabe de tudo isso, é muito tocante e chocante esse filme... até mesmo a mãe dele não entende o propósito de mudar o mundo... E por tantas vezes, assim como aquele menino, somos forçados a desistir, com empecilhos dentro de casa até, mas ele acreditou e penso que devemos fazer o mesmo...


O grande detalhe do filme é o final... (de chorar!!!) Não vou falar mais nada... mas há muito para aprendermos vendo esse grande filme... Quanto ao mais...
VEJA E VIVA...

terça-feira, 16 de outubro de 2007

E AGORA???

"Às vezes tudo parece tão claro, às vezes tudo parece confuso..." Isso é parte de uma música do Vinho Novo, "Preciso Crer". Uma verdade. Às vezes tudo parece indo nos conformes, mas de repente... tudo se transforma... é como diz uma música do DT... “Quando a tempestade vem, tudo se transtorna...”. E o pior... acompanhado de pecado... Sei que sou pecador, pobre, cego e nu, mas por quantas vezes prefiro (e preferimos) não comprar ouro refinador do Espírito Santo... Preferimos ficar do nosso jeito...
Muitos dizem que a vida espiritual é progressiva... é nada! Um dia você está bem, no outro, pode estar mal. É uma montanha russa. Se engana quem acha e pensa que essa montanha russa é imaturidade, é realidade cristã. E mais ainda...
Quando caímos, vem aquela culpa... aquela vergonha de estar diante de Deus, assim como foi com Adão e Eva, reconhecendo que estavam nus... E nós, também muitas vezes, nus, mas ali, na presença de Deus, assim como eles sabiam que estavam nus, mas não se envergonhavam, é também com a gente. Mas com o pecado, vemos quem somos... NADA!!! Pecadores. Mas algo tremendo que podemos ter certeza é que assim como Deus proveu o sustento e teve misericórdia do primeiro casal, assim também é conosco. Ele nos oferece perdão, Ele nos oferece a chance de recomeçar... Um Pai tão bom, um Pai que sabia que íamos cair de novo naquele mesmo ponto... Um Pai que sabia que íamos chorar diante de mais uma derrota... E agora? O que fazer? Para onde ir?

Para o Pai... Não há monte que nos separará do Amor de Deus... Ele habita em mim, o véu já foi rasgado, o Consolador já foi enviado, por que temer? Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Prova de amor. Precisamos crer nisso. Crer nessa promessa. O Pai nos chama... Um dos ministérios do nosso Amado Salvador foi o da reconciliação com o Pai... É preciso que façamos valer a pena isso... É preciso correr para os braços do Pai...

Mas de onde virão as forças? Estamos tão fracos! Sem força... O que fazer? Uma coisa: CHAMAR PELO PAI...
“PAI... MEU PAI... MEU PAPAI... ABA PAI... MEU PAI... MEU DEUS, MEU PAI... MEU PAI... ABA PAI... JESUS... JESUS... JESUS... JESUS... VEM...”

E agora? Ele virá... É preciso crer!!!
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